Raios de Vivência











 A comunicação da verdade…

Será que a comunicação implica somente em abrir a boca e emitir alguns sons? Ou ouvir algo que alguém tem a dizer e responder: uhum… é…?

Assisti no dia 28/8/07 na Universidade São Judas Tadeu uma palestra com o professor Dalcides que leciona para o curso de administração . Até então não o conhecia mas confesso que ficaria dias o ouvindo falar.

Uma da primeiras coisas dita por ele foi exatamente que só a sentido nas técnicas se elas forem expressão do que sentimos. Afinal uma coisa é o que dizemos e outra o que sentimos. Referindo-se as técnicas de comunicação.

Se a fala não for expressão da vida, a própria vida se encarrega de acabar com a farsa.

Você já parou pra pensar que existem milhares de pessoas a seu redor, porém cada uma delas possui uma expressão digital que nenhum ser humano tem igual? As pessoas são únicas, trate-as assim.

As vezes as pessoas nos procuram para conversar sobre coisas que estão acontecendo em sua vida, busque o mesmo intusiasmo em ouvir que ela ao falar. Descubra o porque aquele assunto é tão apaixonante pra ela e proponha-se a escutar.

O maior contato que existe entre as pessoas é o olhar que espelha a fala do seu interior. Ouça as pessoas olhando-as nos olhos e descubra um grande segredo.

Você já olhou a pessoa que está ao seu lado hoje?

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{agosto 25, 2007}   Faleceu virou estrelinha?

Ontem, ao assistir o filme “Xuxinha e Guto contra os monstros do espaço” com meus alunos, pude lembrar-me de algumas situações delicadas que já passei em meu cotidiano nas escolas as quais fui e sou funcionária…

Uma fala da Xuxinha me chamou muita atenção: Eu to com medo! As pessoas se machucam, a vovó e o vovô podem morrer, podem acontecer tantas coisas tristes para quem vive no mundo…

Às vezes fico me questionando: Como tratar de assuntos tão delicados como a MORTE com nossos alunos de educação Infantil e ensino fundamental? Como falar nessas circunstâncias?

Será que o que escutamos na nossa infância ainda é conveniente falar, como por exemplo: A titia, ou o papai, o vovô (seja quem for) virou uma estrelinha e vai estar sempre ao seu lado? Ou até… O papai do céu levou tal pessoa para o seu lado e ele está muito feliz em poder acompanhá-lo lá de cima? Como fazer nas datas comemorativas?

Às vezes eu invento histórias aos meus alunos baseado em tudo o que me foi dito um dia, sei que não poderei suprir a vontade de estar perto, a saudade… Mas, gostaria de poder ajudá-lo entender um pouco mais.

Sei que esse assunto é delicado, portanto peço que opinem!

Beijos a todos (as)

Ana Paula Mota

  



{agosto 20, 2007}   MORTE EM MASSA…

Esta semana uma professora na Universidade disse que algo que é interessante refletirmos:
Seu pai queria que os filhos fossem advogados, médicos… ela lhe disse que gostaria de ser professora e veja a consideração SIGNIFICATIVA que ele fez:

Filha, o médico mata um de cada vez; Professor mata quarenta.

Hoje a minha mãe acabou rindo quando lhe disse que não gostaria de ser responsável por uma morte em massa e tenho consciência de que, para que isso não aconteça é necessário uma entrega e respeito, de tal forma que comece por não fazê-lo sentir que perdeu tempo quando entrou na escola.
Erika Ramos



et cetera